sábado, 11 de março de 2017

Conhecendo a historia das bibliotecas.

Um observador atento, não deixara passar despercebido, o que esta escrito no alto da antiga porta, que foi construída há mais de um século, berço da Biblioteca Nacional da França.
Fonte: Porta de entrada Site Richelieu Soniamar Passot  2017 
Passeando pela historia

O Site Richelieu-Lavois foi o berço da Biblioteca Nacional da França, esta situada no coração de Paris.
 No século   XVII possuía vários anexos importantes como :  le Palais Mazarin, l'hôtel Tubeuf, la Galerie Mansart...A Biblioteca foi instalada na primeira metade do século XVIII.
Hoje, a Biblioteca Nacional da França abriga coleções excepcionais, entre elas, os mais antigos manuscritos escritos pela humanidade, e também os mais  modernos e contemporâneos. Em sua coleção, encontramos estampas, fotografias, artes, musica, mapas moedas, medalhas entre outros.
A primeira visão para quem entra como nós, completamente despreparadas, e levarmos um choque, ao contemplar tanta arte e beleza, diante da “Salle Labrouste». Ela faz jus ao nome dado em 1936 pela imprensa “Paradis ovale.
Esta sala é a porta de entrada para o prédio, hoje de 5 andares, que guardam o patrimônio do INHA (Instituto Nacional da História da Arte). Estas duas Instituições, Biblioteca Nacional da França e Instituto Nacional da História das Artes, uniram-se criando o Site Richelieu Lavois, onde tivemos a oportunidade de passar algumas horas em função do Estagio profissional na enssib, http://www.enssib.fr/ sob a coordenação da Diretora da Biblioteca deste estabelecimento, Elisabeth Noel.

Salle Labrouste
Fonte : Foto de Soniamar Passot 2017, desenho do busto de Henri Labrouste

Toda iluminada, a luz é a característica marcante deste espaço. A iluminação vem das nove cúpulas revestidas de azulejos onde repousam em arcos de ferro ligados às dezesseis colunas que sustentam todo o conjunto. 







Fonte : Foto de Soniamar Passot 2017

As pinturas foram elaboradas pelo paisagista Alexandre Desgoffe, que expressamente colocou a representação de uma natureza verdejante, cujo objetivo é oferecer ao leitor uma sensação de paz e relaxamento, que juntamente com o efeito é de leveza, harmonia e simplicidade, nos leva a acreditar que realmente o “quase” perfeito existe.


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