segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Biblioteca Nacional da França Site Richelieu



Inaugurado recentemente, um anexo da Biblioteca Nacional da França, o site Richelieu, abre suas portas para visitação a partir de 2 fevereiro 2017, apos sete anos de obras.
https://www.youtube.com/watch?v=YfvyITFJ4Zw 

Um dos locais ideais para se fazer um estagio de um dia ou  uma visita técnica que permitira a contemplação de um dos únicos locais no mundo, onde se encontra guardada uma parte importante  do conhecimento humano.
Foram restaurados, 30.000 m² deste anexo da Biblioteca Nacional da França (BNF) é uma beleza.

Um lugar para aprender, mas também para se emocionar. O visual é deslumbrante. Estão guardados no site da Richelieu, 22 milhões de manuscritos, livros e documentos relacionados com as artes e entretenimento, todos são obras raras. Os primeiros documentos tratam da época da invenção da imprensa.


Esses documentos pertencem a três Instituições diferentes: a Escola Nacional de Charters que prepara bibliotecários que seguem o caminho da conservação de documentos (uma denominação utilizada na Europa, entre o museólogo e o Bibliotecário) . Outra Instituição é  o Instituto Nacional de História da Arte, que tem a maior biblioteca da História da Arte no mundo e a Biblioteca Nacional da França, hoje presidida por Laurence Engel. A BNF, cujo nome é Biblioteca François Mitterrand, possui alguns manuscritos, tais como "o Manuscrito de “Les Miserables”, além de possuir todos os manuscritos medievais, entre eles, o livro de visitas de Joana da França".

Há obras de todo o mundo, mas também objetos como maquetes, pinturas ou roupas. Este local, mais precisamente, onde são guardadas as roupas e as maquetes, é um prenuncio do que sera o Museu de Arte da Biblioteca Nacional da França, que irá abrir em 2020.

Fonte : Imagens Google 2017- foto antiga

A sala Labrouste,a maior e mais bela sala de leitura da Biblioteca Nacional da França, (Possui  1.370 m2 e 320  lugares sentados). 






Fonte: Imagens Google 2017
Homenageia o seu arquiteto Henri Labrouste.  E uma obra-prima da arquitetura do século XIX. Antes da reforma, era um local cinzento, triste e confuso, hoje, porém,é Majestosa,. Possui uma  brilhante iluminação superior,  que faz justiça a cor de rosa fúcsia que adorna a parte superior das sua nove cúpulas. 
Fonte: Imagens Google 2017




Fonte: Imagens Google 2017

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